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<!– META_DESCRIPTION: Denunciar violência doméstica em 2026: guia completo com o passo a passo, seus direitos e como se proteger. Ligue 180 e denuncie! –>
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A cada minuto, mulheres sofrem violência doméstica no Brasil. Em 2025, os casos de agressão aumentaram 15% em São Paulo. Você não está sozinha e pode mudar essa realidade.
Este artigo te mostra, de forma clara e direta, como denunciar a violência doméstica em 2026. Explicaremos seus direitos, os passos para denunciar e como se proteger.
Continue lendo para saber como agir e onde buscar ajuda.
Não se cale! A violência doméstica é crime.
O que é violência doméstica e por que denunciar?
Violência doméstica é qualquer agressão física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral que acontece dentro de casa ou em relações familiares. Imagine que você está sendo constantemente humilhada pelo seu marido. Isso é violência psicológica. Ou, pior, ele te agride fisicamente. Isso é violência doméstica.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a violência doméstica afeta mulheres de todas as classes sociais e níveis de escolaridade. Não se engane: ela não escolhe suas vítimas.
Denunciar é fundamental para interromper o ciclo de violência. Ao denunciar, você se protege e impede que outras mulheres sofram o mesmo.
Passo a passo: como denunciar a violência doméstica em 2026?
Denunciar a violência doméstica pode parecer complicado, mas não é. Siga este passo a passo simples e proteja-se:
- Ligue 180: A Central de Atendimento à Mulher é gratuita e funciona 24 horas. Eles te orientarão sobre como proceder.
- Procure uma delegacia: Vá à Delegacia da Mulher mais próxima ou a uma delegacia comum. Em São Paulo, existem diversas Delegacias da Mulher especializadas.
- Registre um Boletim de Ocorrência (BO): Relate os fatos com detalhes. Leve documentos, fotos ou vídeos que comprovem a agressão.
- Solicite medidas protetivas: Peça ao delegado medidas como o afastamento do agressor do lar e a proibição de contato.
- Busque apoio psicológico e jurídico: Procure ajuda de profissionais para superar o trauma e garantir seus direitos.
Lembre-se: você não está sozinha! Existem diversos serviços de apoio à mulher em situação de violência.
Para mais informações, acesse o site da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
Proteja-se! Denuncie a violência doméstica.
Quais são os seus direitos em casos de violência doméstica?
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) garante diversos direitos às mulheres em situação de violência doméstica. Conheça alguns deles:
- Medidas protetivas de urgência: Afastamento do agressor, proibição de contato, suspensão da posse de armas, entre outras.
- Atendimento prioritário: Em hospitais, delegacias e serviços de assistência social.
- Estabilidade no emprego: Em caso de afastamento por até seis meses para tratamento.
- Guarda dos filhos: Prioridade na guarda dos filhos menores.
- Restituição de bens: Reaver bens que foram levados pelo agressor.
A tabela abaixo resume seus principais direitos:
| Direito | Descrição |
|---|---|
| Medidas Protetivas | Afastamento do agressor, proibição de contato. |
| Atendimento Prioritário | Hospitais, delegacias e assistência social. |
| Estabilidade no Emprego | Afastamento de até seis meses. |
| Guarda dos Filhos | Prioridade na guarda. |
| Restituição de Bens | Reaver bens levados. |
Conhecer seus direitos é o primeiro passo para se proteger. Não hesite em buscar ajuda jurídica para garantir que eles sejam respeitados.
Conheça seus direitos! Proteja-se da violência.
Erros comuns ao denunciar violência doméstica (e como evitá-los)?
Muitas mulheres, ao denunciarem a violência doméstica, cometem erros que podem prejudicar o processo. Veja os mais comuns e saiba como evitá-los:
- Não registrar o BO: Achar que a agressão “não foi tão grave” e não registrar o BO é um erro. O registro é fundamental para iniciar o processo.
- Não buscar ajuda médica: Mesmo que não haja lesões visíveis, procure um médico. Ele poderá identificar lesões internas e fornecer um laudo.
- Não solicitar medidas protetivas: As medidas protetivas são essenciais para garantir sua segurança. Não deixe de solicitá-las.
- Acreditar em promessas de mudança: Acreditar que o agressor vai mudar “dessa vez” é um erro. A violência tende a se repetir.
- Não procurar apoio psicológico: A violência doméstica deixa marcas profundas. Buscar apoio psicológico é fundamental para superar o trauma.
Evite esses erros e garanta que seus direitos sejam protegidos.
Não se engane! A violência doméstica é um ciclo.
FAQ: perguntas frequentes sobre denúncia de violência doméstica
Ainda tem dúvidas sobre como denunciar a violência doméstica? Veja as respostas para as perguntas mais frequentes:
- Posso denunciar anonimamente? Sim, você pode denunciar pelo 180 sem se identificar.
- O que acontece depois da denúncia? A polícia investiga o caso e o agressor pode ser preso.
- Preciso de advogado para denunciar? Não, mas é recomendável para garantir seus direitos.
- O agressor pode me processar por denunciá-lo? Não, a denúncia é um direito seu.
- O que são medidas protetivas? São ordens judiciais que protegem a vítima, como o afastamento do agressor.
Esperamos ter esclarecido suas dúvidas. Se precisar de mais informações, entre em contato conosco.
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Não se sinta sozinha! Busque ajuda e denuncie.
Conclusão: não se cale, denuncie!
A violência doméstica é um problema grave que afeta milhares de mulheres em São Paulo e em todo o Brasil. Não se cale diante da agressão. Denuncie!
Lembre-se: você tem direitos e não está sozinha. Existem diversos serviços de apoio à mulher que podem te ajudar a superar essa situação.
Não perca tempo! Sua segurança é fundamental. Entre em contato conosco agora mesmo para receber orientação jurídica especializada.
Não espere mais! Denuncie a violência doméstica.
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