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Empresa Não Paga Periculosidade em Itajubá? Veja Como Cobrar

Sua empresa em Itajubá não paga o adicional de periculosidade? Entenda o que a lei diz, quais são seus direitos e como provar o risco para receber o valor.

Seu trabalho em Itajubá coloca você em risco?

Você trabalha perto de fios de alta tensão, combustíveis ou como vigilante? Sente que sua rotina em Itajubá expõe você a um perigo real e constante? Se a resposta for sim, seu salário precisa refletir esse risco.

Muitos trabalhadores em Itajubá convivem com o perigo todos os dias. Mesmo assim, não recebem o dinheiro extra que a lei manda. Isso é um erro grave da empresa. Um erro que tira dinheiro do seu bolso todo mês.

O que a lei diz sobre o adicional de periculosidade?

A regra é clara. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) protege quem atua em condições perigosas. O Artigo 193 da CLT garante esse direito.

Pagar o adicional não é um favor. É uma obrigação da empresa. O valor é de 30% sobre o seu salário base, sem contar outros ganhos. Esse dinheiro serve para compensar o risco de vida que você corre.

Vou ser direto com você: se a empresa não paga, ela está criando uma dívida. E você tem o direito de cobrar cada centavo atrasado, com juros e correção.

Quais atividades em Itajubá dão direito à periculosidade?

A lei define exatamente quais funções são perigosas. A Norma Regulamentadora 16 (NR-16) tem a lista completa. As mais comuns são:

  • Atividades com explosivos.
  • Trabalho com produtos inflamáveis (frentistas, por exemplo).
  • Exposição à rede elétrica de alta tensão (eletricistas).
  • Vigilância patrimonial ou segurança pessoal com arma de fogo.
  • Uso de motocicleta para trabalhar (motoboys, entregadores).

Se sua função está na lista, você precisa agir. A falta desse pagamento é motivo para buscar um advogado trabalhista para proteger seus direitos.

Como provar que seu trabalho é perigoso?

A palavra da empresa não é a decisão final. Para receber o adicional, você precisa provar o risco. Na prática, a prova técnica é o que mais importa em um processo trabalhista.

Veja formas de comprovar seu direito:

  1. Laudo Técnico: Um engenheiro de segurança do trabalho pode criar um laudo que prova o perigo no seu local de trabalho.
  2. Perícia na Justiça: Ao entrar com uma ação, o juiz indica um perito oficial. Ele vai até a empresa avaliar as condições de risco.
  3. Testemunhas: Colegas de trabalho que fazem a mesma função podem confirmar a situação de perigo.
  4. Documentos e Fotos: Registre tudo. Fotos do local, vídeos, ordens de serviço e e-mails ajudam a fortalecer seu caso e a garantir seus direitos trabalhistas contra abusos.

3 erros comuns que fazem você perder seu dinheiro

Muitos trabalhadores perdem o direito ao adicional por erros simples. Fique atento para não cair nessas armadilhas e acabar demitido sem receber o que é seu.

1. Acreditar na promessa da empresa

Seu chefe diz “vamos resolver depois” ou “aqui não é perigoso”? Não aceite desculpas. A única coisa que vale é a lei. Promessas verbais não garantem seus direitos trabalhistas.

2. Esperar muito tempo para agir

O medo de ser demitido faz muitos adiarem a cobrança. Mas o tempo joga contra você. Na Justiça, você só pode cobrar os valores dos últimos cinco anos. Cada mês que passa é um dinheiro que você pode perder para sempre.

3. Não juntar provas do risco

Deixar para procurar provas só quando o processo trabalhista já começou é um erro grave. Fotografe seu ambiente de trabalho. Anote nomes de colegas. Guarde e-mails e mensagens. A organização hoje facilita a vitória amanhã.

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Perguntas Frequentes sobre Periculosidade

Quem define se meu trabalho é perigoso?

A definição oficial vem da NR-16 do Ministério do Trabalho. Se você entrar com um processo, um perito técnico nomeado pelo juiz irá até a empresa para avaliar seu local de trabalho e confirmar o risco.

Posso receber periculosidade e insalubridade juntos?

Não. A lei não permite acumular os dois adicionais. Caso você tenha direito a ambos, deverá escolher o que for mais vantajoso financeiramente. Geralmente, a periculosidade tem um valor maior.

O adicional de periculosidade aumenta minhas férias e 13º?

Sim. O valor do adicional faz parte do seu salário para todos os cálculos. Ele deve ser incluído no pagamento de férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio. É fundamental conhecer seus direitos trabalhistas para fiscalizar isso.

Trabalho de moto em Itajubá, tenho direito?

Sim. O uso de motocicleta para atividades de trabalho é considerado perigoso por lei. Isso garante o adicional de 30%. Se a empresa não paga, você pode precisar de um advogado trabalhista para se proteger.

O que fazer se a empresa me ameaçar por cobrar o adicional?

Ameaças ou qualquer tipo de perseguição por você buscar seus direitos é ilegal. Isso pode ser considerado assédio moral. Guarde provas de tudo. Se você for demitido por este motivo, a demissão pode ser revertida na Justiça.

Não espere para cobrar o que é seu por direito

O adicional de periculosidade não é um bônus ou um favor. É o reconhecimento legal de que seu trabalho envolve risco de vida. Se a empresa não paga, ela está lucrando de forma injusta sobre o seu perigo.

Não deixe o medo ou a desinformação impedirem você de buscar o que é seu. Em Itajubá, muitos trabalhadores já garantiram esse direito na Justiça. Proteger seus direitos trabalhistas é o primeiro passo.

Se você acredita que tem direito ao adicional e a empresa não está pagando, a hora de agir é agora. Fale com um advogado especialista para avaliar seu caso e entender suas chances.

A equipe da RDM Advogados está pronta para analisar sua situação. Clique aqui, entre em contato e saiba como lutar por seus direitos.


Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui consultoria jurídica. Consulte um advogado para seu caso específico.

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