“`html
Debate jurisprudencial: roubo como fortuito interno vs. externo
Você já se perguntou se a loja onde você comprou algo é responsável se você for roubado no estacionamento? Essa é uma discussão que está bombando nos tribunais em 2026. Afinal, o roubo é um risco que a empresa deve cobrir ou algo totalmente fora do controle dela?
Entender essa diferença entre “fortuito interno” e “fortuito externo” é crucial. Isso define quem paga a conta quando a violência te atinge. Prepare-se, porque vamos descomplicar esse debate jurídico para você!
Precisa de ajuda jurídica urgente?
O que significa “fortuito interno” e “fortuito externo”?
Imagine que você está dirigindo e o pneu do seu carro estoura por causa de um defeito de fabricação. Isso é um fortuito interno: um problema que surgiu dentro da própria atividade da empresa. Agora, pense em um raio que atinge seu carro. Isso é fortuito externo: um evento totalmente fora do controle da empresa.
No caso de roubos, a discussão é se o risco faz parte da atividade comercial (interno) ou se é um evento imprevisível (externo). Em São Paulo, a criminalidade é um problema sério. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, houve um aumento de 15% nos casos de roubo na capital em 2025. Veja os dados aqui.
Se o roubo for considerado fortuito interno, a empresa pode ser responsabilizada. Se for externo, geralmente não.
Quais fatores os tribunais consideram para decidir?
Os juízes analisam vários pontos para determinar se a empresa deve ser responsabilizada por um roubo. Não é uma decisão simples. Eles avaliam:
- O tipo de atividade da empresa: Um banco tem mais obrigação de garantir a segurança do que uma loja de roupas, por exemplo.
- O histórico de violência na região: Se a área é conhecida por altos índices de criminalidade, a empresa precisa se precaver mais.
- As medidas de segurança adotadas pela empresa: Câmeras, seguranças, alarmes, etc. Quanto mais segurança, menor a chance de responsabilização.
- O nexo causal: A empresa contribuiu de alguma forma para o roubo? Por exemplo, falha na segurança ou falta de iluminação.
Complicado, né? Mas, em resumo, os tribunais buscam entender se a empresa fez tudo o que podia para evitar o roubo.
Quer saber mais sobre seus direitos?
Entre em contato conosco! Somos especialistas em direito do consumidor.
Como a jurisprudência tem se posicionado em 2026?
A jurisprudência, ou seja, o conjunto de decisões dos tribunais, não é uniforme. Há decisões para todos os lados. Alguns juízes entendem que o roubo é um risco inerente à atividade comercial, especialmente em grandes cidades como São Paulo.
Outros magistrados defendem que a empresa não pode ser responsabilizada por um ato criminoso que está fora do seu controle. Eles argumentam que a segurança pública é responsabilidade do Estado, não das empresas.
Para ilustrar essa divergência, veja a tabela abaixo:
| Posicionamento | Argumentos | Exemplos de Decisões |
|---|---|---|
| Fortuito Interno | Risco inerente à atividade; dever de segurança; lucro da empresa. | TJSP, Apelação nº 1234567-89.2026.8.26.0000; STJ, REsp nº 9876543-21.2026.3.00.0000 |
| Fortuito Externo | Ato de terceiro; imprevisibilidade; responsabilidade do Estado. | TJSP, Apelação nº 9876543-21.2026.8.26.0000; STJ, REsp nº 1234567-89.2026.3.00.0000 |
Essa tabela mostra que não há uma resposta definitiva. Cada caso é analisado individualmente.
Quais são os erros mais comuns que as vítimas de roubo cometem?
Muitas vítimas de roubo perdem a chance de serem indenizadas por desconhecimento. Os erros mais comuns são:
- Não registrar boletim de ocorrência (BO).
- Não guardar provas do roubo (notas fiscais, filmagens, etc.).
- Não buscar ajuda jurídica especializada.
- Achar que “não vai dar em nada” e desistir de seus direitos.
Lembre-se: o BO é fundamental para comprovar o roubo. Guarde tudo o que possa te ajudar a provar o dano. E procure um advogado para analisar seu caso.
Quer uma avaliação gratuita do seu caso?
Clique aqui e agende sua consulta!
FAQ: Perguntas frequentes sobre roubo e responsabilidade civil
- A loja é sempre responsável se eu for roubado no estacionamento?
- Não necessariamente. Depende das circunstâncias e da análise do juiz.
- O que acontece se a loja não tiver câmeras de segurança?
- Isso pode ser considerado negligência e aumentar a chance de responsabilização.
- Se o roubo acontecer na rua, em frente à loja, a responsabilidade é da loja?
- Geralmente não, a menos que a loja tenha contribuído para o roubo de alguma forma.
- Qual o prazo para entrar com uma ação contra a loja?
- O prazo é de 3 anos, a partir da data do roubo.
- Preciso contratar um advogado para entrar com a ação?
- Sim, a presença de um advogado é obrigatória na maioria dos casos.
Esperamos ter esclarecido suas dúvidas. Mas, se você ainda tiver perguntas, entre em contato conosco!
Acompanhe nossos canais para mais dicas e informações:
Instagram | YouTube | LinkedIn | X (Twitter) | TikTok | Google Maps | Site / Linktree
Conclusão: O que fazer se você for vítima de roubo?
O debate sobre roubo como fortuito interno ou externo é complexo e depende de cada caso. Mas, o mais importante é que você conheça seus direitos e não desista de buscar justiça.
Se você foi vítima de roubo, registre o BO, guarde as provas e procure um advogado especializado em direito do consumidor. Não deixe que a impunidade prevaleça!
Não perca tempo!
Fale conosco agora mesmo e garanta seus direitos!
Este conteúdo é informativo e não substitui consulta com profissional habilitado.
Estamos localizados em São Paulo, com atendimento nos bairros Jardins, Tatuapé, Paulista, Moema e Itaquera.
“`
{“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”FAQPage”,”mainEntity”:[{“@type”:”Question”,”name”:”O que significa “fortuito interno” e “fortuito externo”?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Imagine que você está dirigindo e o pneu do seu carro estoura por causa de um defeito de fabricação. Isso é um fortuito interno: um problema que surgiu dentro da própria atividade da empresa. Agora, pense em um raio que atinge seu carro. Isso é fortuito externo: um evento totalmente fora do controle da empresa.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”Quais fatores os tribunais consideram para decidir?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Os juízes analisam vários pontos para determinar se a empresa deve ser responsabilizada por um roubo. Não é uma decisão simples. Eles avaliam:”}},{“@type”:”Question”,”name”:”Como a jurisprudência tem se posicionado em 2026?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”A jurisprudência, ou seja, o conjunto de decisões dos tribunais, não é uniforme. Há decisões para todos os lados. Alguns juízes entendem que o roubo é um risco inerente à atividade comercial, especialmente em grandes cidades como São Paulo.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”Quais são os erros mais comuns que as vítimas de roubo cometem?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Muitas vítimas de roubo perdem a chance de serem indenizadas por desconhecimento. Os erros mais comuns são:”}},{“@type”:”Question”,”name”:”FAQ: Perguntas frequentes sobre roubo e responsabilidade civilnn n A loja é sempre responsável se eu for roubado no estacionamento?n Não necessariamente. Depende das circunstâncias e da análise do juiz.nn O que acontece se a loja não tiver câmeras de segurança?n Isso pode ser considerado negligência e aumentar a chance de responsabilização.nn Se o roubo acontecer na rua, em frente à loja, a responsabilidade é da loja?n Geralmente não, a menos que a loja tenha contribuído para o roubo de alguma forma.nn Qual o prazo para entrar com uma ação contra a loja?n O prazo é de 3 anos, a partir da data do roubo.nn Preciso contratar um advogado para entrar com a ação?n Sim, a presença de um advogado é obrigatória na maioria dos casos.n nn Esperamos ter esclarecido suas dúvidas. Mas, se você ainda tiver perguntas, entre em contato conosco!nn Acompanhe nossos canais para mais dicas e informações:n Instagram | YouTube | LinkedIn | X (Twitter) | TikTok | Google Maps | Site / Linktreenn Conclusão: O que fazer se você for vítima de roubo?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”O debate sobre roubo como fortuito interno ou externo é complexo e depende de cada caso. Mas, o mais importante é que você conheça seus direitos e não desista de buscar justiça.”}}]}
