{"id":5634,"date":"2026-01-06T10:00:00","date_gmt":"2026-01-06T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rdmadvogados.com.br\/blog\/quando-foi-criada-a-lei-maria-da-penha\/"},"modified":"2026-01-08T11:15:40","modified_gmt":"2026-01-08T11:15:40","slug":"quando-foi-criada-a-lei-maria-da-penha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rdmadvogados.com.br\/blog\/quando-foi-criada-a-lei-maria-da-penha\/","title":{"rendered":"Quando foi criada a Lei Maria da Penha? Aprenda a data exata"},"content":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que a Lei Maria da Penha tem duas datas importantes que mudaram a hist\u00f3ria do combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher no Brasil? A lei foi sancionada em 7 de agosto de 2006 (Lei n\u00ba 11.340\/2006) e entrou em vigor em 22 de setembro de 2006, criada para coibir a viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar e batizada em homenagem \u00e0 farmac\u00eautica Maria da Penha, v\u00edtima de agress\u00f5es que motivaram uma longa luta por justi\u00e7a; aqui voc\u00ea vai entender por que essas datas s\u00e3o diferentes, conhecer o contexto que levou \u00e0 sua cria\u00e7\u00e3o \u2014 incluindo a press\u00e3o internacional e a trajet\u00f3ria de Maria da Penha \u2014 e descobrir os principais avan\u00e7os trazidos pela lei, como as medidas protetivas, os juizados especializados e o reconhecimento nacional e internacional da sua import\u00e2ncia.<\/p>\n<h2>1. Data de cria\u00e7\u00e3o e promulga\u00e7\u00e3o: Quando foi criada a Lei Maria da Penha<\/h2>\n<p>Voc\u00ea precisa da data exata: a Lei Maria da Penha (Lei n\u00ba 11.340) teve sua cria\u00e7\u00e3o e promulga\u00e7\u00e3o em 7 de agosto de 2006, marco legal que alterou pr\u00e1ticas judiciais e administrativas contra a viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<h3>Cronologia pr\u00e1tica do ato legislativo<\/h3>\n<p>Quando foi criada a Lei Maria da Penha voc\u00ea deve fixar 7 de agosto de 2006 como a data central: nesse dia o Congresso aprovou o texto final e a Presid\u00eancia sancionou e promulgou a norma. A criacao resultou de anos de tramita\u00e7\u00e3o e press\u00e3o de movimentos sociais; essa hist\u00f3ria transformou procedimentos policiais e garantias processuais espec\u00edficas para v\u00edtimas.<\/p>\n<p>Para entender a criacao na pr\u00e1tica, observe a sequ\u00eancia legislativa: projeto apresentado, comiss\u00f5es deliberando e vota\u00e7\u00f5es em ambas as casas, seguida de san\u00e7\u00e3o presidencial que oficializou o nome. A lei maria passou a prever medidas protetivas imediatas, tipificou condutas e reorganizou compet\u00eancias; isso diferencia a lei maria de normas anteriores por focar prote\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Aplicando imediatamente: ao checar quando foi criada a lei maria da penha, voc\u00ea identifica prazos processuais que come\u00e7aram a valer com a promulga\u00e7\u00e3o e a vig\u00eancia; o conhecimento da data auxilia na interpreta\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es mais antigas e na compara\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas pr\u00e9 e p\u00f3s-2006. A refer\u00eancia ao vigor anos lei ajuda a situar pol\u00edticas p\u00fablicas e metas de avalia\u00e7\u00e3o temporal.<\/p>\n<ul>\n<li>Apresenta\u00e7\u00e3o do projeto: iniciativa e mobiliza\u00e7\u00e3o social que deu origem ao texto.<\/li>\n<li>Aprova\u00e7\u00e3o no Congresso: vota\u00e7\u00f5es e emendas que consolidaram as medidas protetivas.<\/li>\n<li>San\u00e7\u00e3o e promulga\u00e7\u00e3o (7 de agosto de 2006): data oficial que valida a norma.<\/li>\n<li>Entrada em vigor: aplica\u00e7\u00e3o imediata em procedimentos civis, penais e administrativos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Data-chave: 7 de agosto de 2006 \u2014 refer\u00eancia inegoci\u00e1vel para an\u00e1lise hist\u00f3rica e jur\u00eddica da lei conhecida como marco protetivo.<\/strong><\/p>\n<p>Use a data de promulga\u00e7\u00e3o como marco ao comparar indicadores antes e depois; ela orienta interpreta\u00e7\u00e3o normativa e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<h2>2. Contexto hist\u00f3rico e internacional: por que a lei surgiu e refer\u00eancias de direitos humanos<\/h2>\n<p>2. Contexto hist\u00f3rico que contextualiza por que a Lei surgiu: voc\u00ea entende em que cen\u00e1rio nacional e internacional a norma nasceu e qual foi seu prop\u00f3sito pr\u00e1tico.<\/p>\n<h3>Rela\u00e7\u00f5es institucionais que pressionaram a mudan\u00e7a legislativa<\/h3>\n<p>A trajet\u00f3ria legal que levou \u00e0 Lei Maria da Penha articula fatores dom\u00e9sticos e press\u00f5es externas. Ao investigar quando foi criada a lei maria da penha, voc\u00ea percebe conex\u00e3o direta com casos emblem\u00e1ticos de viol\u00eancia de g\u00eanero e moveres sociais que exigiram resposta estatal. Na historia recente do Brasil, movimentos de mulheres e institutos jur\u00eddicos reuniram evid\u00eancias que mostraram falhas na prote\u00e7\u00e3o, exigindo norma espec\u00edfica para prote\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No plano internacional, a resposta brasileira dialogou com compromissos em direitos humanos firmados junto a organismos regionais. A comissao interamericana reconheceu padr\u00f5es de omiss\u00e3o estatal e recomendou medidas corretivas; a organizacao dos estados ajudou a consolidar padr\u00f5es m\u00ednimos. Relat\u00f3rios sobre os estados americanos mostraram \u00edndices alarmantes que qualificaram a viol\u00eancia contra a mulher como viola\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de direitos humanos, o que refor\u00e7ou a necessidade de uma lei espec\u00edfica.<\/p>\n<p>Para voc\u00ea que busca aplicar essa compreens\u00e3o, \u00e9 \u00fatil ligar marcos legais a pol\u00edticas p\u00fablicas: cria\u00e7\u00e3o de varas especializadas, medidas protetivas, capacita\u00e7\u00e3o policial e financiamento de abrigos. O enfoque em g\u00eanero orientou protocolos e treinamento; institutos de pesquisa monitoraram indicadores de redu\u00e7\u00e3o de feminic\u00eddio e recidiva. Esses instrumentos mostram como o contexto hist\u00f3rico-internacional n\u00e3o foi simb\u00f3lico, mas decisivo para implementa\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e mudan\u00e7as institucionais.<\/p>\n<ul>\n<li>Press\u00e3o de movimentos feministas e casos emblem\u00e1ticos locais<\/li>\n<li>Recomenda\u00e7\u00f5es da comissao interamericana e padr\u00f5es regionais<\/li>\n<li>Ado\u00e7\u00e3o de varas especializadas e medidas protetivas pr\u00e1ticas<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A articula\u00e7\u00e3o entre evid\u00eancia local e recomenda\u00e7\u00f5es internacionais transformou omiss\u00e3o em pol\u00edtica p\u00fablica efetiva.<\/strong><\/p>\n<p>Use esse contexto para interpretar a lei como resposta a falhas concretas e como guia para pol\u00edticas e pr\u00e1ticas de prote\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n<h2>3. Principais dispositivos e prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres: o que a lei contempla<\/h2>\n<p>A lei maria organiza um conjunto de medidas para proteger a mulher contra violencia domestica, definindo v\u00edtimas, poderes de interven\u00e7\u00e3o e san\u00e7\u00f5es ao agressor com aplica\u00e7\u00e3o imediata e direta pela autoridade policial.<\/p>\n<h3>Prote\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas e medidas que voc\u00ea pode acionar j\u00e1<\/h3>\n<p>A lei maria estabelece medidas protetivas de urg\u00eancia que voc\u00ea pode solicitar \u00e0 pol\u00edcia e ao juiz: afastamento do agressor do domic\u00edlio, proibi\u00e7\u00e3o de contato e frequ\u00eancia de lugares comuns. Essas medidas visam reduzir risco imediato e permitem acompanhamento policial e monitoramento eletr\u00f4nico quando necess\u00e1rio. A protecao inclui atendimento priorit\u00e1rio \u00e0 mulher em servi\u00e7os de sa\u00fade e rede de apoio local.<\/p>\n<p>Os dispositivos tamb\u00e9m tipificam a violencia domestica como crime espec\u00edfico, ampliando elementos probat\u00f3rios e qualificadoras. Isso facilita medidas contra o agressor, como perda da guarda provis\u00f3ria, suspens\u00e3o de visitas e medidas cautelares diversas da prisao. Em situa\u00e7\u00f5es com risco grave, a den\u00fancia pode desencadear pris\u00e3o em flagrante ou preventiva, conforme a gravidade e provas apresentadas.<\/p>\n<p>A lei maria prev\u00ea atendimento multidisciplinar: registro de ocorr\u00eancia, abrigamento, assist\u00eancia psicossocial e encaminhamento para programas de recupera\u00e7\u00e3o do agressor. Al\u00e9m disso, h\u00e1 medidas educativas e penas alternativas quando cab\u00edveis. Voc\u00ea encontra na pr\u00e1tica tipos de medidas civis, penais e administrativas que atuam em conjunto para garantir protecao e reduzir reincid\u00eancia.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<ul>\n<li>Medidas protetivas imediatas: afastamento do agressor, proibi\u00e7\u00e3o de contato e reintegra\u00e7\u00e3o da mulher ao lar.<\/li>\n<\/li>\n<li>\n<ul>\n<li>Medidas penais: tipifica\u00e7\u00e3o da violencia domestica, possibilidade de pris\u00e3o em flagrante, medidas cautelares e aplica\u00e7\u00e3o de penas.<\/li>\n<\/li>\n<li>\n<ul>\n<li>Servi\u00e7os de apoio: abrigamento, atendimento m\u00e9dico e psicossocial, defensoria e programas de recupera\u00e7\u00e3o do agressor.<\/li>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Acione medidas protetivas pela delegacia especializada ou servi\u00e7o telef\u00f4nico; registro formal acelera prote\u00e7\u00e3o e responsabiliza\u00e7\u00e3o do agressor.<\/strong><\/p>\n<p>Conhecer esses dispositivos permite que voc\u00ea exija protecao imediata, identifique recursos locais e contemple a\u00e7\u00f5es que neutralizam risco e responsabilizam o agressor.<\/p>\n<h2>4. Direitos, atendimento e procedimentos: como funciona o processo para vitimas<\/h2>\n<p>Item 4 detalha seus direitos e o fluxo de atendimento ap\u00f3s a Lei Maria da Penha: orienta\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas sobre onde buscar apoio, quais procedimentos iniciar e como funciona o processo judicial e administrativo.<\/p>\n<h3>Fluxo imediato: do acolhimento \u00e0 medida protetiva<\/h3>\n<p>Como v\u00edtima, voc\u00ea tem direito a atendimento integral e prioridade de tramita\u00e7\u00e3o nos \u00f3rg\u00e3os competentes. O \u00e2mbito federal garante recursos e pol\u00edticas nacionais, mas o atendimento come\u00e7a localmente em delegacias especializadas, centros de refer\u00eancia e servi\u00e7os de sa\u00fade. Relatar agress\u00f5es registra provas m\u00e9dicas e depoimentos que aceleram o processo e fundamentam pedidos de medida protetiva e de repara\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>Ao acionar atendimento, siga passos pr\u00e1ticos para proteger provas e garantir seguran\u00e7a: procure delegacia da mulher ou setor especializado, solicite exame de corpo de delito e pe\u00e7a encaminhamento ao servi\u00e7o de assist\u00eancia social. Abaixo, sequ\u00eancia operacional para o processo, em ordem pr\u00e1tica e acion\u00e1vel:<\/p>\n<ol>\n<li>Registro: formalize ocorr\u00eancia na delegacia especializada;<\/li>\n<li>Per\u00edcia e documenta\u00e7\u00e3o: realize exame de corpo de delito e re\u00fana fotos e mensagens;<\/li>\n<li>Medida protetiva: solicite prote\u00e7\u00e3o urgente ao juiz;<\/li>\n<li>Encaminhamentos: solicite acompanhamento psicol\u00f3gico e assist\u00eancia social;<\/li>\n<li>Apoio institucional: denuncie tamb\u00e9m em centros de refer\u00eancia e promotorias;<\/li>\n<li>A\u00e7\u00e3o civil\/criminal: acompanhe processo criminal e poss\u00edvel a\u00e7\u00e3o civil por repara\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Exemplos concretos ajudam: se voc\u00ea sofre viol\u00eancia dom\u00e9stica familiar, a medida protetiva pode proibir contato imediato e impor afastamento. Em casos com risco grave, a pol\u00edcia pode solicitar medida ao juiz em plant\u00e3o. O sistema integra atendimento policial, sa\u00fade e assist\u00eancia social para reduzir revitimiza\u00e7\u00e3o, acelerar o processo e encaminhar voc\u00ea \u00e0 justi\u00e7a quando houver provas suficientes.<\/p>\n<ul>\n<li>Registrar ocorr\u00eancia na delegacia especializada<\/li>\n<li>Realizar exame de corpo de delito e coletar provas<\/li>\n<li>Solicitar medida protetiva e acompanhamento institucional<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Pe\u00e7a medida protetiva imediatamente e solicite acompanhamento multidisciplinar para fortalecer o processo e sua seguran\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p>Acione atendimento imediatamente, preserve provas, acompanhe prazos processuais e busque apoio jur\u00eddico e social para garantir exerc\u00edcio do seu direito.<\/p>\n<h2>5. Impacto, combate e preven\u00e7\u00e3o: resultados pr\u00e1ticos desde a cria\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>5.\u00ba item: desde a cria\u00e7\u00e3o da conhecida lei, voc\u00ea passa a identificar efeitos concretos no combate \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica, a\u00e7\u00f5es de enfrentamento institucional e iniciativas de prevencao que mudaram procedimentos policiais, judici\u00e1rios e redes de apoio.<\/p>\n<h3>Medi\u00e7\u00f5es tang\u00edveis e mudan\u00e7as operacionais<\/h3>\n<p>A conhecida lei levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de protocolos policiais e varas especializadas que aceleraram medidas protetivas; voc\u00ea observa redu\u00e7\u00e3o do tempo m\u00e9dio de resposta em delegacias com plant\u00f5es especializados. Estat\u00edsticas oficiais mostram aumento de notifica\u00e7\u00f5es inicialmente, reflexo do incentivo \u00e0 den\u00fancia, e depois queda em reincid\u00eancia em territ\u00f3rios com programas locais de combate e acompanhamento cont\u00ednuo.<\/p>\n<p>Exemplos pr\u00e1ticos: campanhas municipais que integraram Sa\u00fade, Assist\u00eancia Social e Seguran\u00e7a reduziram interna\u00e7\u00f5es por agress\u00e3o em at\u00e9 dois anos de atua\u00e7\u00e3o. No enfrentamento cotidiano, equipes multidisciplinares oferecem encaminhamento jur\u00eddico e apoio psicol\u00f3gico imediato, o que aumentou a efetividade das medidas protetivas e diminuiu evas\u00e3o processual por medo da v\u00edtima.<\/p>\n<p>Para implementar no seu munic\u00edpio, priorize treinamento policial focado em acolhimento, padronize fluxos entre \u00f3rg\u00e3os e invista em campanhas de divulga\u00e7\u00e3o de canais de den\u00fancia. O vigor anos lei se traduz em manuais operacionais, sistemas de monitoramento eletr\u00f4nico e conv\u00eanios com abrigos, ferramentas que voc\u00ea pode replicar para ampliar alcance e efetividade do combate.<\/p>\n<ul>\n<li>Protocolos integrados: pol\u00edcia, sa\u00fade e assist\u00eancia social<\/li>\n<li>Vara especializada e medidas protetivas mais \u00e1geis<\/li>\n<li>Campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o e redes locais de apoio<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Foco em treinamento e fluxos intersetoriais multiplica a efic\u00e1cia do enfrentamento e reduz riscos imediatos para a v\u00edtima.<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea pode usar m\u00e9tricas locais para priorizar interven\u00e7\u00f5es; comece por mapear ocorr\u00eancias, treinar equipes e financiar campanhas de divulga\u00e7\u00e3o simplificadas.<\/p>\n<h2>6. Como denunciar, buscar informa\u00e7\u00e3o e transpar\u00eancia: orienta\u00e7\u00e3o, portais e apoio institucional<\/h2>\n<p>Item 6 detalha canais pr\u00e1ticos para denunciar, obter informacao e exigir transparencia: orientacao imediata, portais oficiais para registro e n\u00fameros de apoio que voc\u00ea pode usar j\u00e1 hoje para prote\u00e7\u00e3o e registro.<\/p>\n<h3>Canais oficiais que conectam sua denuncia \u00e0 resposta institucional<\/h3>\n<p>Comece pelo portal do governo federal e pelo portal do seu estado: ambos permitem registrar ocorr\u00eancias, acessar orientacao sobre medidas protetivas e localizar delegacias especializadas. Ao usar esses portais, salve comprovantes de protocolo e anexe fotos ou mensagens como prova. A presen\u00e7a do registro digital acelera investiga\u00e7\u00f5es e facilita levantamento de dados p\u00fablicos sobre casos, fortalecendo transparencia e rastreabilidade do processo.<\/p>\n<p>Para denuncias imediatas, disque 180 ou procure a delegacia da mulher local; use tamb\u00e9m o portal da Defensoria P\u00fablica e portais do Minist\u00e9rio da Mulher para orientacao jur\u00eddica gratuita. Se preferir apoio presencial, leve c\u00f3pias de documentos e descreva cronologia dos fatos; exemplos concretos mostram que depoimentos organizados em ordem cronol\u00f3gica aumentam a efetividade das medidas protetivas e do acompanhamento policial.<\/p>\n<p>Busque informacao atualizada em conteudo institucional: boletins, relat\u00f3rios e noticias oficiais que os portais publicam periodicamente. Esses documentos mostram prazos, taxas de atendimento e indicadores que voc\u00ea pode usar para cobrar respostas. Se encontrar irregularidade, registre reclama\u00e7\u00e3o no portal de transparencia do \u00f3rg\u00e3o e pe\u00e7a acompanhamento pela ouvidoria; isso formaliza a solicita\u00e7\u00e3o e gera protocolo para fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ul>\n<li>Portal federal (busca por \u2018Lei Maria da Penha\u2019): registro digital e orientacao jur\u00eddica<\/li>\n<li>Portal estadual\/municipal: agendamento de atendimento e emiss\u00e3o de protocolos locais<\/li>\n<li>Linha 180 e Delegacia da Mulher: denuncias imediatas, medidas protetivas e acompanhamento policial<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Guarde protocolos e evid\u00eancias digitais: s\u00e3o provas essenciais que aceleram pedidos de medida protetiva e garantem transparencia no acompanhamento.<\/strong><\/p>\n<p>Use portais oficiais e n\u00fameros de apoio para formalizar a denuncia; documente tudo e solicite protocolo para cobrar resultados com base em informacao p\u00fablica.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>Voc\u00ea agora sabe exatamente quando foi criada a Lei Maria da Penha e por que essa data marca um avan\u00e7o concreto na prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres brasileiras contra viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<h3>Impacto direto da norma na rotina de prote\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A Lei Maria da Penha tornou-se marco jur\u00eddico ao oferecer instrumentos pr\u00e1ticos: medidas protetivas de urg\u00eancia, prioridade processual e previs\u00e3o de servi\u00e7os integrados. Ao lembrar quando foi criada a lei maria da penha voc\u00ea compreende que seu surgimento n\u00e3o \u00e9 simb\u00f3lico, mas operacional \u2014 alterou rotinas de pol\u00edcia, judici\u00e1rio e assist\u00eancia social para reduzir riscos imediatos \u00e0s vitimas.<\/p>\n<p>Para voc\u00ea que atua ou convive com casos de viol\u00eancia, o valor pr\u00e1tico aparece em exemplos claros: busca de medida protetiva em delegacia especializada, monitoramento eletr\u00f4nico em casos de risco elevado e articula\u00e7\u00e3o com centros de refer\u00eancia. Essas a\u00e7\u00f5es mostram que a lei n\u00e3o s\u00f3 nomeia o problema, mas cria fluxos que facilitam acolhimento e responsabiliza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, implementar protocolos locais aumenta a efic\u00e1cia da norma: capacitar equipes, padronizar formul\u00e1rios e mapear servi\u00e7os de abrigo e sa\u00fade reduz repeti\u00e7\u00f5es de agress\u00e3o. Ao incorporar a lei ao funcionamento cotidiano, o sistema passa do discurso \u00e0 preven\u00e7\u00e3o efetiva, fortalecendo o combate institucional \u00e0 viol\u00eancia e promovendo seguran\u00e7a concreta para a mulher.<\/p>\n<ul>\n<li>Medidas protetivas: ordem de afastamento e proibi\u00e7\u00e3o de contato imediata.<\/li>\n<li>Atendimento especializado: delegacias e servi\u00e7os integrados para acolhimento.<\/li>\n<li>Sistema de responsabiliza\u00e7\u00e3o: prioridade processual e penas mais eficazes.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Registre den\u00fancias e solicite medidas protetivas para interromper padr\u00f5es de viol\u00eancia antes que se agravem.<\/strong><\/p>\n<p>Use a data como refer\u00eancia para exigir cumprimento: cobre protocolos, registre casos e busque medidas que garantam prote\u00e7\u00e3o imediata e continuidade da assist\u00eancia.<\/p>\n<h2>Perguntas Frequentes<\/h2>\n<div>\n<div>\n<h3>Quando foi criada a Lei Maria da Penha?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>A Lei Maria da Penha (Lei n\u00ba 11.340) foi sancionada pelo Presidente da Rep\u00fablica em 7 de agosto de 2006. Essa \u00e9 a data em que a lei foi promulgada oficialmente pelo poder executivo.<\/p>\n<p>Ela ficou conhecida pelo nome da v\u00edtima Maria da Penha Maia Fernandes e tem como objetivo proteger mulheres contra a viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h3>Qual \u00e9 a data exata de publica\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 11.340 no Di\u00e1rio Oficial?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>A Lei n\u00ba 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha, foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 22 de agosto de 2006. A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 o ato que torna a norma acess\u00edvel ao p\u00fablico e d\u00e1 in\u00edcio formal \u00e0 sua vig\u00eancia conforme o previsto no texto legal.<\/p>\n<p>Portanto, embora a san\u00e7\u00e3o presidencial tenha ocorrido em 7 de agosto de 2006, a data de publica\u00e7\u00e3o oficial foi 22 de agosto de 2006, que \u00e9 relevante para efeitos jur\u00eddicos e processuais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h3>Por que a data de cria\u00e7\u00e3o da Lei Maria da Penha \u00e9 importante?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>A data de cria\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o \u00e9 importante porque marca o in\u00edcio da vig\u00eancia das regras que protegem mulheres contra viol\u00eancia dom\u00e9stica, al\u00e9m de servir como refer\u00eancia para processos, estat\u00edsticas e avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea precisar saber prazos legais, aplicar medidas protetivas ou consultar mudan\u00e7as legislativas, usar a data correta (sancionada em 7\/8\/2006 e publicada em 22\/8\/2006) garante que os prazos e procedimentos sejam interpretados corretamente.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h3>Quem sancionou a Lei Maria da Penha e qual foi o contexto hist\u00f3rico?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>A Lei Maria da Penha foi sancionada pelo ent\u00e3o Presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006. O contexto envolveu press\u00e3o de movimentos de defesa dos direitos da mulher e de decis\u00f5es internacionais que apontavam a necessidade de prote\u00e7\u00e3o efetiva contra viol\u00eancia dom\u00e9stica no Brasil.<\/p>\n<p>A lei tamb\u00e9m surgiu em resposta ao caso de Maria da Penha Maia Fernandes, cujo processo e a impunidade do agressor motivaram mobiliza\u00e7\u00e3o social e coopera\u00e7\u00e3o com organismos internacionais para a cria\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h3>Desde quando a Lei Maria da Penha passou a valer na pr\u00e1tica?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>A lei passou a vigorar formalmente a partir da sua publica\u00e7\u00e3o no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 22 de agosto de 2006, embora sua san\u00e7\u00e3o presidencial tenha ocorrido em 7 de agosto de 2006. Na pr\u00e1tica, \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, delegacias e tribunais come\u00e7aram a aplicar suas normas ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o e a regulamenta\u00e7\u00e3o das medidas protetivas.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea precisa verificar como a lei foi implementada em sua regi\u00e3o, vale checar portarias estaduais e procedimentos das delegacias e varas especializadas em viol\u00eancia dom\u00e9stica, que adaptaram rotinas e servi\u00e7os ap\u00f3s 2006.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<h3>Onde posso consultar o texto original da Lei Maria da Penha (Lei n\u00ba 11.340)?<\/h3>\n<div>\n<div>\n<p>Voc\u00ea pode consultar o texto integral da Lei n\u00ba 11.340\/2006 no site do Planalto (legisla\u00e7\u00e3o federal) ou no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, onde consta a publica\u00e7\u00e3o de 22 de agosto de 2006. Muitos portais jur\u00eddicos e sites governamentais tamb\u00e9m reproduzem o texto consolidado com atualiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao pesquisar, busque por &#8220;Lei n\u00ba 11.340 de 2006&#8221; ou &#8220;Lei Maria da Penha texto integral&#8221; para encontrar a vers\u00e3o oficial e eventuais altera\u00e7\u00f5es posteriores que afetaram a legisla\u00e7\u00e3o sobre viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando foi criada a Lei Maria da Penha? Descubra a data exata, o contexto hist\u00f3rico e impactos legais atuais, hoje. 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